Das fábricas às prateleiras, das embalagens aos insumos, a indústria de tintas vive um momento de reinvenção. A lógica linear do “produzir, usar e descartar” dá lugar a ciclos que reaproveitam resíduos, ampliam a vida útil dos materiais e reduzem impactos ambientais. Entidades setoriais, fabricantes e fornecedores de insumos se unem em programas de logística reversa, inovação tecnológica e pesquisa aplicada. O resultado é um setor que transforma desafios ambientais em oportunidades de negócio e competitividade. Trata-se de redesenhar o futuro com tintas que carregam, em cada camada, a promessa de circularidade
Por Gabriela Lozasso
A economia circular vem se consolidando como uma das principais estratégias para enfrentar os desafios ambientais e econômicos da indústria moderna. No setor de tintas, esse movimento ganha relevância especial, já que se trata de um mercado que lida com produtos de alta complexidade química, embalagens diversas e resíduos que, se não forem corretamente geridos, podem gerar impactos significativos ao meio ambiente. Desde a criação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), em 2010, fabricantes, distribuidores, varejistas e consumidores passaram a compartilhar responsabilidades na gestão desses resíduos. Nesse cenário, empresas e entidades têm buscado soluções inovadoras para reduzir desperdícios, ampliar a reciclagem de embalagens, reaproveitar resíduos industriais e até recuperar pigmentos, transformando a cadeia produtiva em um ecossistema mais sustentável e competitivo.
Entre os principais atores desse movimento está a Abrafati (Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas), que atua como articuladora e incentivadora da adoção das melhores práticas pelo setor. Segundo Luiz Cornacchioni, presidente-executivo da entidade, a sustentabilidade e a economia circular fazem parte das metas estabelecidas para 2030. “Nosso papel vai além de apenas cumprir a legislação. Buscamos promover a incorporação permanente das práticas mais avançadas em todas as etapas da cadeia, da seleção de matérias-primas ao reaproveitamento de resíduos e embalagens pós-consumo”, afirma.
A principal iniciativa da Abrafati nessa área é o Programa Setorial de Sustentabilidade (PSS), criado em 2021. O sistema de autoavaliação segue a lógica do programa Coatings Care, implantado em 2002, e permite traçar um retrato claro da situação do setor, possibilitando o planejamento de ações coletivas e estimulando a criação de soluções inovadoras pelas empresas participantes. O compartilhamento de melhores práticas, que ganhou ainda mais força com o Fórum Melhores Práticas do PSS, realizado durante o Abrafati Show de 2025, é uma das bases para a evolução contínua do setor.
Segundo Cornacchioni, desde a entrada em vigor da PNRS, a economia circular tornou-se central na estratégia da entidade. Mas, mesmo antes disso, a Abrafati já promovia a disseminação de conhecimento por meio de congressos, cursos e publicações. Um exemplo recente é o Guia do Consumo Consciente de Tintas, produzido em parceria com o Instituto Akatu, que orienta consumidores sobre escolhas responsáveis e descarte adequado.
No campo da reciclagem de embalagens, a Abrafati mantém programas robustos e consolidados, como a parceria de longa data com o Prolata, liderado pela Abeaço, e a integração ao Mãos Pro Futuro, da Abihpec, ambos reconhecidos pela efetividade e credibilidade. Em 2024, foi lançado o Retorna Tinta, iniciativa piloto que instala pontos de entrega voluntária (PEVs) em lojas de varejo para estimular o consumo consciente e o descarte adequado das sobras de tinta. Os primeiros PEVs foram implantados em Recife/PE e São Paulo/SP, servindo como fonte de informações para planejar a expansão do programa.
O presidente enfatiza que o reaproveitamento de resíduos também é uma realidade consolidada. Um exemplo de grande relevância é a utilização de garrafas PET na fabricação de resinas para tintas, destino dado a centenas de milhões de unidades desse material. O mesmo ocorre com resíduos da produção de tintas, como o lodo industrial, e de outros segmentos. Além disso, a Abrafati incentiva fortemente a pesquisa, com estudos apresentados em seu Congresso Internacional e no Prêmio Abrafati de Ciência em Tintas. Entre os trabalhos recentes, destacam-se soluções para transformar resíduos metálicos em pigmentos inorgânicos sintéticos e a utilização de resíduos da indústria vinícola em tintas anti-incrustantes.
Na visão da entidade, políticas públicas são fundamentais, mas a conscientização e a ação de toda a sociedade são ainda mais essenciais. “A participação na COP30, por exemplo, se conecta a essa forma de enxergar e trabalhar a sustentabilidade. “Comparecemos para entender tendências e oportunidades, ao mesmo tempo em que apresentamos aquilo que o setor já faz e o que estabeleceu como metas para o futuro. Além disso, foi um espaço privilegiado para fortalecer a percepção sobre o papel fundamental desempenhado pelas tintas para a sustentabilidade, ao proteger e aumentar a vida útil de objetos, veículos, imóveis e as mais variadas infraestruturas”, diz Cornacchioni.
Do Varejo à Conscientização
Esse panorama setorial mostra como a economia circular deixou de ser apenas uma obrigação legal e passou a ser um motor de inovação e competitividade. Para compreender como essas diretrizes se materializam na prática empresarial, vale observar o caso da Suvinil, que tem se destacado por iniciativas concretas e resultados expressivos em ecoeficiência, logística reversa e reaproveitamento de resíduos.
De acordo com Andrea Ferreira, gerente de sustentabilidade da marca, a empresa entende que a economia circular é um vetor estratégico para transformar o setor de tintas. “Mais do que atender às exigências legais, buscamos liderar um movimento de mudança, envolvendo consumidores, pintores, lojistas e parceiros em uma jornada de pintura mais sustentável”, afirma.
A Suvinil cumpre integralmente as obrigações da PNRS por meio do acordo setorial da Abrafati, mas opta por ir além, ampliando sua atuação para gerar impactos positivos em toda a cadeia. Os lojistas que aderem aos programas da marca tornam-se pontos de coleta e multiplicadores da conscientização ambiental, incentivando o descarte adequado de embalagens e sobras de tinta. Essa atuação é estratégica, já que pesquisas recentes mostram que 48% dos consumidores relatam dificuldades no armazenamento e descarte de sobras de tinta, uma dor que a empresa busca solucionar com iniciativas práticas.
Andrea revela que, dentro das fábricas, a Suvinil mantém o programa Suvinil+Ecoeficiente, que reúne iniciativas voltadas à redução de emissões, otimização do consumo de recursos e reaproveitamento de resíduos. Segundo ela, os resultados acumulados em 15 anos são expressivos: redução de 35% nas emissões de CO₂ por tonelada de tinta, 29% no consumo de água, 11% no consumo de energia elétrica e 66% no uso de diesel. Além disso, quase 100% das embalagens do portfólio utilizam matéria-prima reciclada, reforçando o compromisso com a ecoeficiência.
Outro marco importante citado pela executiva é o Suvinil Circula, programa de logística reversa criado em 2020 em parceria com a Yattó. O projeto nasceu para solucionar uma das maiores dificuldades da jornada de pintura: o descarte adequado de embalagens e sobras de produtos. Operando em conjunto com o varejo, os lojistas tornam-se Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), orientando consumidores e profissionais de pintura e recebendo embalagens de qualquer marca, com ou sem resíduos, em materiais como aço, plástico, papel e sprays. Atualmente, o programa conta com 90 pontos de coleta em 36 cidades distribuídas pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina, ampliando o alcance e contribuindo para uma jornada de pintura mais sustentável.
No campo da reutilização de resíduos industriais, a Suvinil mantém práticas estruturadas por meio do Programa Zero Aterro, implementado nos complexos de São Bernardo do Campo (SP) e Jaboatão dos Guararapes (PE). A política prioriza a reciclagem, o coprocessamento e o reaproveitamento de resíduos provenientes dos processos produtivos, incluindo solventes e subprodutos. O Suvinil Circula também desempenha papel relevante ao garantir a destinação correta das sobras de tintas pós-consumo. “Entre 2021 e outubro de 2025, foram coletados mais de 106 mil quilos de material, evitando a emissão de 393 mil quilos de CO₂ na atmosfera, economizando 30 milhões de litros de água e poupando 12 mil kWh de energia”, destaca Andrea.
Apesar dos avanços, a gerente de sustentabilidade da Suvinil ressalta que o setor de tintas enfrenta desafios técnicos e econômicos para conciliar alta performance dos produtos, competitividade e avanços ambientais. “A logística de coleta e o engajamento do varejo e dos consumidores são pontos críticos, mas também abrem espaço para soluções colaborativas ao longo de toda a cadeia. Para superar essas barreiras, a Suvinil tem apostado em inovação e tecnologia, como a modernização da fábrica em 2023, que recebeu investimento de R$ 50 milhões”, conta. A atualização reduziu de 25 para 15 o número de matérias-primas utilizadas, elevando a eficiência e diminuindo riscos operacionais. Os resultados foram importantes: redução de 37% das emissões de gases de efeito estufa, 63% do consumo elétrico, 47% do uso de água e 15% da geração de resíduos, resultando em 33% menos impacto ambiental na operação.
Além disso, a empresa mantém ações contínuas de educação e conscientização com varejistas e consumidores, reforçando a responsabilidade compartilhada determinada pela PNRS. As parcerias estratégicas, como a colaboração com a Yattó, fortalecem e expandem a operação da logística reversa do Suvinil Circula. De acordo com Andrea, essas iniciativas demonstram que circularidade, desempenho de produto e competitividade podem caminhar juntas, consolidando a Suvinil como uma das líderes na transformação do setor.
Quando a lata vira elo da circularidade
Se por um lado empresas como a Suvinil demonstram na prática como a economia circular pode ser aplicada ao processo produtivo e à relação com consumidores e varejistas, por outro é fundamental observar o papel das embalagens nesse ecossistema. Afinal, a tinta chega ao mercado acondicionada em recipientes que também precisam ser pensados sob a ótica da sustentabilidade. Nesse ponto, a Abeaço (Associação Brasileira de Embalagem de Aço) desempenha um papel estratégico ao articular toda a cadeia da embalagem metálica, conectando fabricantes, indústrias de tintas, varejo, entidades, cooperativas e governo.
De acordo com Thais Fagury, presidente executiva da Abeaço, a missão da entidade é promover diálogo, disseminar conhecimento técnico e estimular soluções que integrem sustentabilidade e competitividade. “A lata de aço é um material 100% reciclável infinitas vezes, e sua plena valorização depende da atuação conjunta de todos os elos da cadeia. Nosso papel é incentivar modelos circulares que reforcem a responsabilidade compartilhada e transformem desafios ambientais em oportunidades de negócio”, afirma.
Entre as iniciativas de destaque estão eventos como o TALKs Tintas, que reuniram especialistas, empresas e associações para discutir tendências, desafios e oportunidades relacionados à economia circular, estimulando a evolução contínua do setor e mostrando caminhos práticos para ampliar reciclagem, inovação e gestão eficiente de resíduos. A Abeaço também participa ativamente do Fórum Nacional de Economia Circular, liderado pela Secretaria de Economia Verde do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
No campo das parcerias, a entidade tem se engajado em projetos que fortalecem a logística reversa e a reciclagem. Um exemplo é a cooperação entre o SindusCon-SP e o programa Prolata, que já permitiu o recolhimento de mais de 500 mil quilos de latas de aço de tintas e o cadastramento de 319 canteiros de obras para destinação e reaproveitamento adequado de resíduos metálicos. Além disso, a Abeaço apoia iniciativas de coleta voluntária e projetos de economia circular desenvolvidos por associados, que reúnem pontos de entrega voluntária, redes parceiras e milhares de coletas, reforçando o engajamento da cadeia e o papel fundamental do consumidor final.
Outro avanço importante foi a negociação com o governo federal para um novo decreto sobre embalagens de aço, que incluirá as latas de tintas e embalagens spray. Em parceria com a ABAS e apoio da CNI, a entidade conseguiu também incluir uma nova classificação para latas de aerossol vazias (com até 3% de resíduos) na norma ABNT 10.004. Com isso, essas embalagens passaram a ser consideradas resíduos comuns, seguindo o mesmo fluxo de logística reversa de qualquer lata de tinta vazia, o que simplifica processos e amplia a eficiência da reciclagem.
Na visão de Thais, embora o setor avance continuamente, ainda há espaço para fortalecer políticas públicas que acelerem a transição para modelos circulares. Entre as principais necessidades estão a harmonização regulatória, incentivos fiscais para empresas que investem em inovação e reciclagem, expansão da infraestrutura de coleta e triagem em municípios menores, apoio à profissionalização de catadores e campanhas públicas de conscientização que reforcem o papel do consumidor na destinação correta dos resíduos.
Para a Abeaço, o futuro do setor de tintas e embalagens passa pela união entre inovação, responsabilidade ambiental e colaboração. A lata de aço, pelo seu alto valor ambiental e reciclabilidade infinita, tem papel estratégico nessa agenda, mas sua plena valorização depende da atuação conjunta de toda a cadeia. “Seguiremos promovendo debates, conectando empresas, apoiando programas de reciclagem e incentivando práticas que transformem desafios ambientais em novas oportunidades de negócio”, conclui a presidente.
Insumos que fecham o ciclo
Se a circularidade das tintas depende de uma articulação entre fabricantes, varejo e embalagens, ela também passa pela inovação nos insumos que compõem esses produtos. É nesse ponto que empresas fornecedoras de matérias-primas assumem protagonismo, oferecendo alternativas mais sustentáveis e de menor impacto ambiental. A MEGH é um exemplo claro dessa contribuição, ao desenvolver ceras, emulsões e dispersões voltadas para o mercado de tintas com foco em soluções circulares.
Segundo Ricardo Parciasepe Dittmer, diretor técnico, duas iniciativas se destacam nesse contexto. A primeira são as ceras poliolefínicas biodegradáveis, produzidas por meio de tecnologia proprietária e com resultados expressivos em testes internacionais. Avaliadas pelo protocolo OECD 301B, atingiram de 80% a 100% de biodegradabilidade em curto espaço de tempo. Mesmo quando fabricadas a partir de matérias-primas fósseis, apresentam degradação acelerada e trazem benefícios ambientais significativos. A linha ECOWAX™ também reforça esse compromisso, ao demonstrar altos índices de conteúdo bio-based em análises de radiocarbono, conforme a norma ASTM D6866, evidenciando o uso de materiais renováveis e de baixo impacto.
Inserida no contexto da economia circular, o executivo menciona que a MEGH aposta ainda na reciclagem química via despolimerização catalítica, processo que transforma resíduos plásticos em novas ceras sintéticas de alta performance. “Essa tecnologia rompe o ciclo tradicional da reciclagem, em que os plásticos reciclados ainda persistem por décadas no meio ambiente, e dá origem a materiais que se biodegradam rapidamente, em questão de dias”, diz.
A empresa também mantém projetos de reutilização de resíduos industriais. Uma de suas linhas utiliza produtos obtidos a partir da filtração de resíduos da polimerização de etileno realizada por petroquímicas. Esses materiais, que não seriam aproveitados, passam a ser reutilizados e transformados em ceras e emulsões. Além disso, a MEGH incorpora materiais pós-consumo provenientes de aparas industriais e embalagens plásticas, ampliando o ciclo de reaproveitamento e reduzindo o volume de resíduos destinados ao descarte.
Na avaliação de Dittmer, o maior desafio para ampliar o impacto dessas soluções está na viabilidade econômica. “Em muitos casos, as soluções existem, mas o mercado ainda não está preparado para pagar um prêmio por isso. No entanto, através das nossas inovações conseguimos entregar alternativas sustentáveis de forma competitiva”, explica.
A jornada responsável da embalagem
A Alpha Plast é uma indústria de transformação de resinas termoplásticas com mais de 25 anos de atuação, especializada na produção de baldes industriais, tampas, engradados e peças técnicas para diversos setores, como tintas, construção civil, alimentos, higiene, limpeza e automotivo. Localizada em Pernambuco, a empresa possui um parque fabril moderno, com mais de 50 máquinas injetoras e processos altamente automatizados, atendendo todo o território brasileiro. Ao longo de sua trajetória, a sustentabilidade evoluiu de um valor desejável para um pilar estratégico do negócio, orientando decisões em matéria-prima, design, produção e relacionamento com o mercado.
A diretora de gente & gestão da empresa, Solange Markan Vasconcelos, revela que no chão de fábrica, a Alpha Plast aplica de forma consistente os princípios da economia circular. Todo o material gerado internamente — aparas de injeção, rebarbas, sobras de processo e peças fora de especificação — é segregado por tipo de resina e cor, moído e encaminhado à extrusão, onde é transformado novamente em granulado plástico. Esse material reprocessado retorna ao ciclo produtivo em aplicações adequadas, principalmente em linhas não alimentícias, garantindo a qualidade e a rastreabilidade. “Essa prática permite reduzir drasticamente o volume de resíduos destinados a aterros, otimizar o consumo de matéria-prima e diminuir a pegada de carbono associada ao uso de plásticos virgens”, diz.
Ela também conta que, além do reprocessamento interno, a empresa investe continuamente em projetos de design sustentável, buscando desenvolver embalagens mais leves, porém igualmente resistentes, o que reduz o consumo de resina e aumenta a eficiência sem comprometer a segurança. Segundo Solange, essa abordagem combina engenharia de produto, conhecimento técnico e compromisso ambiental, refletindo o esforço da Alpha Plast em oferecer soluções que unam desempenho e responsabilidade.
A sustentabilidade, entretanto, vai além dos limites da fábrica. Por isso, a empresa participa do Programa Descarta Aí, iniciativa setorial que promove a logística reversa de baldes plásticos pós-consumo. Por meio de pontos de entrega voluntária instalados em home centers e lojas de materiais de construção, consumidores devolvem baldes vazios utilizados principalmente na construção civil e no setor de tintas. Esses baldes são então encaminhados a recicladores homologados e reinseridos como matéria-prima na cadeia produtiva. “Ao apoiar o programa, a Alpha Plast contribui para o aumento das taxas de reciclagem, fortalece a logística reversa prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos e estimula o comportamento ambientalmente correto de consumidores e clientes. Essa iniciativa complementa o reprocessamento interno e reforça nosso compromisso com o ciclo completo da embalagem”, avalia a diretora.
O avanço da Alpha Plast na agenda ambiental também é reconhecido externamente. A conquista do Selo Verde atesta que a empresa mantém práticas consistentes de gestão ambiental, uso responsável de recursos, cumprimento das legislações e atuação socialmente responsável. Trata-se de um reconhecimento técnico e independente, que reforça a credibilidade da empresa junto ao mercado e demonstra que suas ações são reais, contínuas e verificáveis.
Outro marco importante citado por Solange é a conquista da medalha Bronze na plataforma EcoVadis, uma das principais avaliações globais de desempenho ESG. “Estar entre as empresas com melhor pontuação global comprova que a Alpha Plast possui políticas estruturadas, indicadores monitorados e práticas sólidas em temas como meio ambiente, ética, direitos humanos e compras responsáveis. Para clientes, especialmente os que integram cadeias internacionais, esse reconhecimento facilita auditorias e reforça a Alpha Plast como fornecedora confiável e alinhada às exigências de sustentabilidade”, menciona a diretora ao acrescentar que, reunindo economia circular no processo produtivo, participação ativa em programas de logística reversa e reconhecimento por certificações independentes, a Alpha Plast destaca seu compromisso com uma sustentabilidade contínua e evolutiva; com o objetivo de seguir como referência nacional em soluções plásticas que combinam performance, eficiência e responsabilidade ambiental.



